SOBRE O BLOG
Paloma saiu de Salvador para tentar ganhar o mundo na cidade cinza.

Acompanhe aqui as aventuras dessa soteropolitana em Sampa.


SOBRE MIM
Jornalista e ainda na casa dos 20. Gosta de música, cinema e tv. De livros, conversas e silêncio. Do mar, cores e pavê. Sanduíche, abacaxi com hortelã e dendê. A lista não tem fim!


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Domingo, Agosto 30, 2009
8:16 PM





Semana passada - é tão estranho que originalmente o domingo seja primeiro dia da semana - comecei a fazer meu quadro de cinema no Virgula.

Foi muito bacana por vários motivos. Porque voltei a fazer algo que sempre gostei; voltei e me sentir útil, e competente, e que estou começando algo que só vai me aperfeiçoar e me fazer melhorar no que quero continuar fazendo, e porque sim.

Para ser bem sincera, eu estou me metendo em várias coisas no trabalho, o que é ótimo para ocupar a mente, a vida e finalmente me jogar no que vim fazer nessa cidade. Originalmente sou editora da home no fim de semana (o que não é pouca responsabilidade). Agora, apresento, entrevisto, penso nas pautas e quando é necessário faço a produção também desse programa - é curtinho, mas chamamos de programa mesmo assim. E olhe que nem fui eu quem sugeri; me convidaram e eu fui feliz da vida.

Eu ainda tenho outro projeto, que quando finalmente sair só das idéias, avisarei a todos.

A primeira pauta de cinema que arrumei foi na cabine (sessão pré-pré-estreia para jornalistas) e coletiva de imprensa de "Os Normais 2". Nunca assisti muito a série, mas confesso que apesar de certas restrições, gosto do humor de Fernanda Young e seu marido, Alexandre Machado.

Essa foi minha primeira cabine e, apesar de sozinha, me senti tão adulta e tão jornalista chegando, dando o meu nome que estava na lista, ganhando brindes do Telecine, vendo o filme e indo de van para o hotel onde encontraria os atores, diretor e roteiristas. Às vezes me via rindo sozinha, de mim mesma, por estar assim, meio bobona.

E até o último minuto fiquei tensa. Por causa da coletiva de imprensa sobre o novo programa de Eliana 'dedinhos' no SBT, quase quase que a câmera não chega. Mas chegou, na última pergunta, e conseguimos pegar sonoras com todos. E foi bom, me senti à vontade. Engraçado que fiquei muito mais nervosa quando, achando que não gravaria mesmo, peguei o microfone e fiz uma pergunta no meio da coletiva.

E fiquei angustiadíssima quando na quinta feira não me meti na edição - acho até que poderia, mas achei melhor não ser a chata controladora que quer dar pitaco no trabalho dos outros. Mas gostei do resultado final, não tanto da apresentação que fiz em estúdio, me achei pouco natural, mas.. foi a primeira vez depois de muito tempo, no meio da redação...

Quero só melhorar e não me importar nem um pouco quando figuras estranhas comentarem coisas que nitidamente estão ali só para.. sei lá, na real... como não sou esse tipo de pessoa, não sei qual a motivação de mesquinhez que, pelo visto, tanta gente tem por aí (até mais perto do que muitos imaginam). É tanta bobagem, e recebi tantos comentários tão legais que, o que é pequeno, some.

Na sexta entrevistei Dan Stulbach (!!!!!!!!), dentro no estúdio da Jovem Pan, no intervalo do programa do Pânico, com todas aquelas figuras da TV ao redor. Esse será um capítulo à parte no blog.

Agora tenho medo de andar por SP. E de olhar para os lados.

Hoje comprei um diário.



Sábado, Agosto 29, 2009
10:58 PM





E o mais surreal é, no meio da tempestade, escrever matéria sobre curiosidades e detalhes do GP da Bélgica.

Esse é o seu nome mundo, menina!








Paloma é uma menina bem idiota.
Do tipo que só faz idiotice, só pensa idiotice, só fala idiotice e só sente idiotice.
Paloma deve ser difícil de aguentar. Difícil de suportar. Difícil de...
E cega. Cega por muito tempo. Sempre cega.
Paloma é uma imbecil, patética e ridícula.
Paloma não gosta de Paloma nesse momento.





Quinta-feira, Agosto 27, 2009
12:16 AM





Hoje jantei com meu tio que mora em SP.

Não sou uma pessoa de "família", apegada, presente, carinhosa, saudosa, essas coisas. Mas fico feliz quando isso acontece. Um pouquinho nervosa, assumo, principalmente pela falta de contato. Mas normalmente é agradável. Acho que é assim quando a família se torna "esporádica".

Foi bom; boa comida, boa conversa (apesar de me sentir esgotada nesse momento por conta de certos assuntos). O restaurante estava lotado para comprovar uma tese levantada durante uma das conversas de que paulistas vivem para comer. Vi Marcos Winter e o absurdamente sensacional Zé Henrique Fonseca dando meia volta, para minha tristeza. Sim, sempre achei o Fonseca Filho lindíssimo. Cláudia Abreu tem bom gosto.

E descobri que sou parente de Luiz IX, rei da França entre 1226 e 1270.



Terça-feira, Agosto 25, 2009
12:50 PM





Enxaqueca que não passa.. e estou sem nenhum remédio aqui... e com a certeza de que não enfrentarei chuva e frio para ir na farmácia, mas achando que o valor é muito pequeno para pedir em casa. Farei uma sopinha (do tipo pronta, claro). Talvez alivie...

Pelo menos troquei o lixo... e tirei da geladeira um pote com arroz que Reure fez quando ainda morava aqui... e eu, com preguiça de limpar a geladeira, fui deixando, deixando... não tive coragem nem de reaproveitar o pote.. foi pro lixo também... junto com uma cebola que, bem, acho que deu cria de microorganismos bem estranhos, verdes e bolorentos. Eu sei, é nojento. Eu sei, não sou boa dona de casa... realmente, essa não é uma das minhas qualidades.

Ainda não tenho vontade de criar um twitter. Todo mundo tem. É moda mundial. Mas não é por isso que não tenho vontade. Primeiro, tenho problemas em escrever com poucos caracteres. Tanto que tem sido um grande exercício fazer as chamadas do site onde trabalho nos finais de semana... normalmente sou pouco criativa e copio as que os donos das matérias já deixaram prontas...por falar em trabalho, fiz besteira no domingo.. droga... por causa do Miss Universo... e levei um puxão de orelha (leve, mas levei). E eu, perfeccionista do jeito que sou, só falto ajoelhar no milho para me punir pelo acontecido.

Voltando ao twitter... não sei... já tenho orkut, blog e fotolog.. e ultimamente não tenho lidado bem com nenhum deles... imagina só ter mais uma opção? Ainda não... continuarei do meu jeito "ultrapassado"... e sim, invejo muito os que não tem, nem sentem falta de nada disso. Um dia consigo. É mais um passo em meu processo de auto-preservação... ou tentativa, pelo menos.

Estou enlouquecida querendo mudar a decoração do meu apartamento. Acho que deveria fazer um chá de casa nova, para comemorar meu casamento comigo mesma. É injusto receber presentes bacanas para a casa só quando a gente "casa". E se a gente nunca casar? Isso é muito Sex and The City e o episódio do sapato roubado num aniversário de criança.



Segunda-feira, Agosto 24, 2009
8:52 AM





E foi assim...

Fim de semana de trabalho e tudo ao mesmo tempo.

Acho que o dia do aniversário sempre será diferente do que estive acostumada a vida toda. E não tem como ser igual. Pela mudança, pela distância, pelos hábitos.

Mas eu queria muitos carinhos e cuidados, e café da manhã, almoço, jantar, cinema, descanso, festa, amigos, amores e tudo junto, num dia só. Sempre, claro. Mas, como não é possível, num dia só, pelo menos.

E senti um montão de coisas ao mesmo tempo em 24h. Chorei, xinguei, gritei, sorri, abracei, almocei, conversei, me embriaguei e no fim das contas foi bom. Estranho, até surreal, mas bom.

Deixei meu lado Dorothy aflorar com novos sapatinhos vermelhos e um pouco do homem de lata, do leão e do espantalho. Com todos os anseios e receios, covardias e coragem, coração e mais coração.

E a cada telefonema, uma vontade absurda de ver o sol, o mar, meus amores que estão longe e o pensamento de que "não há melhor lugar do que nossa casa". A casa de lá... e construnido cada vez mais alicerces para sentir isso da casa daqui.

Feliz aniversário para mim e obrigada a todos que amo e que tentaram me fazer sentir amada, cada um à sua maneira.



Sexta-feira, Agosto 21, 2009
8:25 AM





28.

Amanhã é meu aniversário.

Esse ano não fui pro salão. É o primeiro ano, em pelo menos doze, que não marco hora na semana do dia 22 de agosto. Mas Maria pintou minhas unhas. E Juana fará minhas sobrancelhas.

Também não comprei roupa nova. Comprei uma saia no brechó. Pra mim é nova. Mas de verdade, é velha.

E não esperei ansiosamente, a partir do meio do ano, o dia mais especial entre os outros 364. Até esperei por algum tempo, mas quanto mais perto, menos disposta e animada fiquei.

Não sei o que farei, muito menos para onde irei.

Não acho que serei plenamente feliz e que será tudo perfeito.

22 de agosto já não é mais como antes.

Será que para Rodrigo Santoro, Tarcísio Filho e Regina Dourado será mais legal? Ou com o tempo e tudo o que acontece na vida quando a gente vai crescendo, o aniversário para eles será só mais um dia como os outros dias?

Eu acho isso triste.

Mas talvez seja bom. Sinal de amadurecimento.

Se eu contar quantas vezes repito isso aqui nesse blog, perceberei o quanto tento me convencer de que sou uma mulher madura.

E se tento me convencer, é porque ainda não sou.

Sim, eu queria muito voltar aos tempos de festas temáticas, quando minha mãe, avó e pai passavam o dia me entretendo, me cuidando e arrumando a casa para os eventos que mobilizavam toda a rua.

Não me sinto especial.

Seja bem vinda aos 28, Paloma.

Calma, faltam algumas horas... o que mais falta?

Os dias voltaram ao tom de cinza.

E a insônia deu uma trégua...os pesadelos não.



Quinta-feira, Agosto 13, 2009
9:34 PM





Estou cansada de julgamentos e verdades absolutamente racionais; cansada de sempre, sempre ter que justificar o que estou sentindo, até para quem pensei que não precisasse.

Cansada de ser exatamente do jeito que eu sou, e falar demais, desabafar demais e enfim perceber que isso pode ser bem perigoso.

Cansada de sempre acreditar no que dizem que sou pro lado ruim; porque a partir de agora não permitirei que ninguém me faça acreditar em coisas que tenho certeza que não fazem parte de mim.

Porque a partir de agora, tudo ficará apenas guardado em mim, na minha cabeça, em páginas de word e de papel.

Porque só depende de mim cuidar de mim.

E vou parar de me sentir tão solitária e triste como me senti hoje.

E vou parar de escrever aqui e de entrar em fotologs por um tempo. Porque estou farta de superficilidade; farta de muita coisa. Estou farta do mal que a internet pode me causar (apenas como um instrumento cheio de recursos, claro). Estou farta de só ter textos desse tipo para escrever.

Já que é assim, tirarei férias. Férias para o trabalho. Afinal foi isso que vim fazer em SP. E trabalharei. Muito. E cuidarei de mim. Muito.

Um dia, quem sabe, volto.

O aniversário está chegando... e.... nada.



Quarta-feira, Agosto 12, 2009
8:43 PM





Nesse momento a sensação é a seguinte:

Um peso imenso que, de tão grande, torna meus movimentos mais lentos e até afeta o pensar.

E ao mesmo tempo um vazio imenso, como um buraco negro, que de tão profundo, parece que me prende, me traga e me leva para um mundo obscuro de onde nunca mais conseguirei voltar.








Odeio não ser necessária, importante, não deixar rastros e marcas.

E odeio encontrar tantos detalhes em todos os cantos da minha casa, do meu computador e da minha vida.

Alguém me ensina a apagar tudo? Já comecei... mas pararece que não tem fim...

Inclusive esse blog.

:(



Terça-feira, Agosto 11, 2009
10:36 AM





Trabalho de quinta a domingo. Tenho segundas, terças e quartas livres.

Quando recebi a proposta pensei: "ótimo!". Os finais de semana sempre foram os dias mais solitários para mim. Domingos então, eram terríveis. Nem a programação da TV ajudava a melhorar.

Também nunca fui uma pessoa enlouquecida para fazer farra o tempo todo, e virar a noite e estar em todos os shows, eventos, lugares etc.

E o melhor de tudo: eu teria três dias livres para poder resolver tudo, arrumar tudo e organizar a vida.

Ontem em mal saí da cama. Hoje, que voltou a esfriar, está mais difícil ainda ficar longe do meu edredon quentinho.

A TV voltou a ficar muda.

A roupa lavada há umas duas semanas continua estendida no varal.

Já tenho novas peças e roupa de cama esperando o cachoalhar da máquina... ontem seria ótimo, porque fez sol e secaria rápido; hoje já não sei.

Preciso varrer, lavar e limpar a casa.

Preciso jogar o lixo para fora.

Preciso fazer mercado.

Eu odeio fazer mercado, e parece que sempre espero o momento desesperador quando acaba o papel higiênico ou o último pacote de biscoito.. ainda tem papel higiênico, mas até os biscoitos no armário estão chegando ao fim.

Preciso guardar as roupas jogadas em cima do sofá, arrumar os sapatos jogados no chão e cobrir os buracos da parede.

Preciso descobrir como abrir uma empresa e formatar um projeto.

Preciso esquecer que farei aniversário daqui a poucas semanas, e que estou sem a menor vontade de comemorações.

Preciso criar coragem para um montão de coisas...

Mas ainda tenho um dia livre.



Segunda-feira, Agosto 10, 2009
8:00 PM





Escureceu e nem percebi, deitada na cama, afundada em pensamentos...

Levantei e abri a janela, como não costumo fazer. Coloquei a cara para fora e senti por alguns minutos o ventro frio de SP, enquanto olhava para a minha rua, para outras ruas, casas e prédios.

E continuei pensando, como sempre, "que diabos estou fazendo nessa cidade?".

Será que algum dia vou parar de pensar nisso?

Será que algum dia deixarei de me sentir sozinha em certos momentos?

E continuei olhando, e pensando, e...

Até que vim para o computador louca para escrever sobre meus devaneios, questões, anseios, ilusões e desilusões...

Aí ela chegou; disse que veio só pensando em conversar comigo...

E conversamos... e falei de tudo, e ouvi de tudo...e o coração se acalmou um pouco. Ou seria a cabeça? Sei lá...

Só sei que desabafar me acalma (falando ou escrevendo), principalmente com quem amo (e sei que tenho de volta) e cofio. E Paulinha está na minha lista...

E por mais que eu ainda pense sobre solidão, crescer, morar só, morar só em SP, trabalhar, fazer o que gosto, conhecer o mundo, amar, ser amada, ser feliz, sofrer, chorar, pagar contas, ir no mercado, tomar banho de mar, ficar bonita, pintar paredes e tudo o que minha mente que funciona à base de hiperlinks costuma pensar obssessivamente, é como se o fato de falar, e ser compreendida, e ouvir que "você é normal, Papá, não é nenhuma louca-neurótica por pensar essas coisas", me acalmasse mais.

Não completamente, claro.

Senão, não seria eu. :)



Domingo, Agosto 09, 2009
3:51 PM





Ponto Final

.



Sexta-feira, Agosto 07, 2009
10:27 PM





Andando pela Paulista, perdida em pensamentos, sinto meu coração bater.

E sinto as mãos frias. E a boca seca.

Perdida em pensamentos, não consigo chegar à conclusões.

Não sei ser boa conselheira para mim.

Perdida em pensamentos, ora sinto que sou só coração, e outras decepção.

Às vezes sou só racional, mas sempre passional.

E perdida em pensamentos, consigo perceber o cair da noite, o girar do mundo, o passar da vida.

E sigo o fluxo, meu fluxo de incertezas.

Sigo fazendo e me arrependendo.

Dizendo e me arrependendo.

Escrevendo e me arrependendo.

Vivendo e simplesmente vivendo.

Mas nem tudo é arrependimento.

Às vezes o orgulho se aproxima.

Junto com a certeza do tipo de pessoa que sou e quem devo ser.

E mesmo ao constatar que a perfeição passou longe de mim, não me envergonho tanto da imagem refletida em paredes espelhadas e iluminadas por faróis dos carros que passam e nunca deixam de passar.

Assim como a tristeza, a insegurança e tudo de ruim que me domina em alguns momentos.

Assim como a fase ruim passou. Como o buraco negro, o fim do mundo, o sem mar, sem céu e sem chão.

Assim como alguns amores, alguns amigos e alguns sonhos.

Assim como os aviões, as estações, os filmes e as canções.

E eu sigo, pela Paulista, distraída, tentando descobrir quem sou.




Quinta-feira, Agosto 06, 2009
10:53 PM





Eu quero pintar as paredes. Duas. De cores vibrantes. Talvez as mesmas do meu antigo quarto de Salvador.

Quero fotografias em preto e branco. Uma em cada moldura. E várias espalhadas, como em uma exposição.

Quero um pôster colorido, multi-colorido, com algo que vigie meu sono, e me anime ao acordar.

Quero novas prateleiras que cubram os buracos deixados pelas antigas.

Quero mais luz, som e brilho.

Quero mudar, deixar mais meu, mais parecido comigo e somente comigo.

E hoje até a TV voltou a funcionar.








Minha semana de trabalho começa hoje....

E minha TV não tem som. O sinal da Net caiu, e quando voltou, a TV estava sem som. Mas acho que é problema do aparelho velho, herdado da minha avó materna que morreu em 2001.

Em casa, em Salvador, eu sempre tinha essa impressão: toda hora acontece alguma coisa, toda hora existe algo para ser resolvido ou consertado. Era minha mãe quem resolvia, apesar de sempre pedir minha opinião para tudo.

Talvez seja bom ficar sem TV... posso voltar a um ritmo de leitura que foi perdido há tempos.

Mas quem me conhece sabe que, ficar sem TV será... triste.



Quarta-feira, Agosto 05, 2009
8:52 AM





Ontem tive uma noite das meninas.

Em um lugar novo, e super fofo, perto de casa, claro.

E me diverti horrores, ri horrores e bebi vinho.

E por conta do vinho, acho eu, tive uns pesadelos insanos e cansativos quando finalmente dormi.

Sinto tantas coisas... das mais diferentes.. das que dão vontade de fazer um monte de coisas também....

Mas acho que eu, prestes a fazer 28 anos, estou me tornando um mulher madura e controlada.

A frase acima me deu muita vontade de rir.

Só acho que... sei lá...



Segunda-feira, Agosto 03, 2009
5:09 PM





Tá, menti.. agora estou preocupada, e muito, com a questão do apartamento... sem saber o que fazer...

Destino, se manifeste!








Sonho. Pesadelo.

Acabei de acordar de um sonho ruim, do tipo que não quero descrever aqui.

No mais, a vida está se acertando, aos poucos e finalmente. A cada semana me sinto mais segura no trabalho, e muito feliz por estar ali.

O apartamento ainda é uma grande interrogação... mas o que tiver que ser, vai ser. Ok, não costumo deixar nada nas mãos do destino, mas eu também canso de ser obssessiva (como diria Juana) e tentar resolver tudo logo. E isso de não deixar nas mãos do destino... eu digo que não deixo, mas o provável é que ele dê seus jeitos e que eu apenas me engane achando que sou dona do meu mundo. Vai saber...

Mas essa é uma fase estranha... quando a tempestade passa... mas nem tudo está completamente seco... mas você queria que estivesse... e o sol está ali, mas ainda não aquece tanto... sabe?

Estou cheia de planos, e é isso que vale. Correr atrás do que realmente é importante, e grudar nos que me fazem bem e feliz.



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